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Servidora da comarca de Joinville divide seu tempo entre a Justiça e a causa animal

  • Comunicação TJSC -

A paixão pelos animais ela traz por toda a vida. Durante muito tempo, chegou a dividir a casa com tantos gatos que até perdeu as contas, mas agora, por morar em apartamento, com espaço limitado, a técnica judiciária Janete Carmem Vignola encontrou um outro meio de ajudar os bichos. A servidora mobiliza os colegas de trabalho em prol de uma campanha de solidariedade e conscientização.

Na Central de Mandados, sala 218 da comarca de Joinville, onde a servidora atua no momento, foi montado um ponto de arrecadação de tampinhas plásticas. O que antes era descartado, Janete orienta para que seja lavado e entregue no local. Todo o material coletado é encaminhado posteriormente a uma ONG que envolve uma rede de protetoras, todas voluntárias.

"O valor revertido com a venda das tampinhas é usado na compra de rações, pagamentos de despesas médicas, essencialmente de castrações, que são a principal maneira de combater o abandono, pois não existe animal de rua, e sim rejeitado, desabrigado", enfatiza Janete. Ela ainda completa que a ação, além de ajudar os animais carentes, é uma forma de preservar o meio ambiente, pois a cada ano oito milhões de toneladas de plástico vão parar nas águas dos oceanos - e são responsáveis pela morte de 100 mil animais marinhos, conforme dados da Organização das Nações Unidas (ONU).

Atualmente, Janete se dedica a três causas: o trabalho no fórum, a campanha das tampinhas e os cuidados com Bethoven, seu cão que, já na maior idade, apresenta uma série de debilidades. Quanto às atividades profissionais, ela as desempenha com muita habilidade em 17 anos de dedicação ao Judiciário. No que diz respeito ao cãozinho, a servidora se desdobra para que seus dias sejam felizes. Já em relação à mobilização de arrecadação, ela conta com a colaboração de todos. "É fato que não temos condições financeiras de ajudar todos os animais carentes. Mas se cada um fizer sua parte, o pouco vira muito. O animal não é uma coisa, é uma vida e vidas importam. Eles não sabem falar, por isso precisam que alguém fale por eles", manda o recado.(Comunicação TJSC)

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