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Joinville busca referências em São Paulo para enfrentar desafios da população em situação de rua
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Foto: Prefeitura de Joinville/Divulgação -
Prefeita Rejane Gambin visitou a capital paulista para analisar experiências aplicadas em casos de alta complexidade relacionados à dependência química
O enfrentamento aos desafios ligados à população em situação de rua e a manutenção da ordem pública motivaram uma visita técnica da prefeita Rejane Gambin a São Paulo. A agenda teve como foco conhecer, na prática, as políticas públicas aplicadas pela maior cidade do país, especialmente nos casos de alta complexidade que envolvem dependência química e segurança.
A prefeita foi recebida pela secretária de Assistência e Desenvolvimento Social de São Paulo, Eliana Gomes, e pela coordenadora técnica do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) da capital, Bruna Monteiro. A visita foi acompanhada pelo diretor de Articulação da Prefeitura de Joinville, Rodrigo Pessoa.
“Reforçamos nosso entendimento de que, além das políticas públicas que buscam oferecer oportunidades para as pessoas em situação de rua superarem essa condição, precisamos atuar também com as operações integradas, como as que realizamos em Joinville com o GAOP, frente a problemas crônicos. A resposta do poder público a esse desafio precisa ter uma linha de atuação muito clara, sem abrir mão da segurança e da ordem pública”, afirma a prefeita.
A capital paulista tem sido observada por gestores de todo o país devido às recentes ações conjuntas entre a Prefeitura e o Governo do Estado. As operações intersetoriais têm focado na desmobilização da região conhecida como Cracolândia, uma área historicamente dominada pelo tráfico de drogas e marcada pela alta concentração de dependentes químicos em situação de rua.
Durante a visita, foram compartilhados exemplos e modelos que otimizam o funcionamento de uma engrenagem complexa, que exige a articulação entre Assistência Social, Saúde, Desenvolvimento Econômico e Segurança Pública; e que deve contemplar o acesso ao programa, as etapas de atendimento e a saída do programa, com o retorno à vida em sociedade.
“A gestão deste problema exige coragem para enfrentar um tema tão delicado. A possibilidade de compartilhar essas linhas de ação nos dá ainda mais embasamento para seguirmos trabalhando por uma Joinville segura, de oportunidades e que não perde a sua essência de cidade ordeira e trabalhadora”, conclui Rejane.

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