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Memória Institucional: Projeto de Resolução busca preservar acervo histórico da Câmara de Joinville
A proposta visa digitalizar documentos importantes e criar um memorial acessível à população, promovendo maior transparência e educação sobre a história política da cidade
O Projeto de Resolução 6/2025, que propõe a criação do Programa Institucional Memória CVJ, está atualmente sob análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara de Vereadores de Joinville. O projeto, de autoria da Mesa Diretora, tem como principal objetivo preservar digitalmente o acervo histórico do Poder Legislativo e garantir o acesso público a documentos e registros significativos para a memória político-administrativa da cidade.
O vereador Kiko da Luz (PSD), designado relator do projeto na CCJ, deverá apresentar um parecer sobre a proposta nos próximos encontros do colegiado. Caso aprovado pela Comissão, o texto passará ainda pela análise da Comissão de Finanças, antes de ser discutido e votado no Plenário.
Conforme detalhado no projeto, o Programa Memória CVJ visa a organização sistemática, catalogação e divulgação do acervo histórico da Câmara de Vereadores, com foco na digitalização dos documentos. A proposta também prevê a criação de plataformas de consulta aberta à população, oferecendo um espaço digital onde cidadãos poderão acessar o material histórico.
Além disso, o programa contemplará ações educativas, como a coleta de materiais históricos, o tratamento técnico do acervo e a cooperação com instituições de pesquisa, com o objetivo de aproximar a comunidade do Poder Legislativo e promover o conhecimento sobre sua história e funcionamento. Um dos principais pontos da proposta é a criação de um memorial digital permanente, que estará disponível para consulta pública, garantindo a preservação e o acesso a documentos de relevância histórica para a cidade.
Na justificativa do projeto, os autores, vereadores Diego Machado (PSD), Tânia Larson (UNIÃO) e Henrique Deckmann (MDB), destacam a importância de evitar a perda de documentos históricos e a necessidade de estabelecer uma estrutura dedicada à memória institucional da Câmara. A iniciativa é inspirada em projetos semelhantes já adotados por outras casas legislativas, como a Assembleia Legislativa de Santa Catarina, que regulamentou processos de digitalização e preservação de seu acervo histórico.

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