Ocupação de escritórios em Nova York ultrapassa 50% pela primeira vez desde a pandemia
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Foto: Internet/Reprodução -
Foi alcançado um marco inédito na cidade de Nova York. Na semana passada, os escritórios da cidade ultrapassaram o limite de 50% de ocupação pela primeira vez desde o início da pandemia de COVID-19.
Embora isso represente um aumento de 4% em comparação com a semana anterior, ainda não indica um retorno completo ao ambiente de trabalho tradicional. A situação dos escritórios em Nova York tem passado por mudanças nos últimos meses. Em abril, houve um recorde de espaço disponível para locação em Manhattan, com uma taxa de vacância que aumentou em 70% desde o início da pandemia.
Essa preocupação com o fato de os edifícios poderem se tornar "zumbis", causou em uma das maiores quedas nas receitas tanto do setor público quanto privado na cidade de Nova York. Um estudo revelou que os trabalhadores que adotaram o trabalho remoto estão gastando cerca de US$ 12 bilhões a menos do que antes da pandemia. Essa economia pode ser atribuída, em parte, à redução dos gastos com almoços e happy hours, especialmente para aqueles que trabalham em escritórios localizados em Manhattan.
Embora o modelo de trabalho híbrido tenha ajudado os nova-iorquinos a economizarem, o prefeito da cidade expressou a opinião de que "ninguém pode ficar de pijama o dia todo". Ele até mesmo pediu para grandes empresas como JP Morgan e Goldman Sachs encerrarem o trabalho remoto.

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