É lei: furar fila da vacinação contra Covid pode dar até 12 anos de prisão
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Reuters / Imago Imagens -
Não pense que vai ficar por isso mesmo! A turma do "se colar, colou", que entrou no esquema de furar fila da vacinação, pode se dar mal. Isso vale para quem aplica a dose e para quem recebe a agulhada sem estar nas prioridades estabelecidas pelo Ministério da Saúde. O alerta é do promotor de Justiça Clayton Germano, da 2ª Promotoria de Defesa da Saúde do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Ele integra a força-tarefa no combate à covid-19 do Ministério Público do Distrito Federal.
os crimes previstos são:
Peculato: praticado por servidor que se apropria de um bem público em prejuízo da coletividade, que prevê pena de 2 a 12 anos de prisão e
Improbidade administrativa: crime cometido por agente público, durante o exercício de função pública ou decorrente desta.
E o servidor público, que tem a guarda das vacinas contra Covid-19 e aplicou a dose em quem, neste momento, não teria direito, também pode perder o cargo. Quem se envolve na fraude também poderá ter de pagar multa.
Denúncias
Clayton abriu uma investigação para apurar denúncias de favorecimento da aplicação da CoronaVac no Distrito Federal. O caso é mantido sob sigilo.
E não custa lembrar: o momento é de concentrar esforços para imunizar quem está na linha de frente no tratamento de pacientes contaminados ou na triagem do pronto-socorro. (CorreioBraziliense)

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