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Joinville, sua história e sua gente

Padre Bertino Weber - Por: Ary Silveira de Souza

Ao completar 55 anos de sacerdócio dos quais mais de 50 anos dedicados à comunidade católica de Joinville, padre Bertino Weber faz parte da história de nossa cidade.

Um fato ocorrido em 1967, ficou gravado de forma definitiva em minha memória.

No dia 23 de maio daquele ano, nascia na Maternidade Darcy Vargas o nosso primogênito. Claudete, minha esposa, tinha o desejo de batizar nosso filho ainda na capela da maternidade onde as missas eram celebradas todos os dias.

Como a mãe havia passado por (cesariana) procedimento cirúrgico executado pelo médico Thadeu Brenny, havia a necessidade de permanecer mais tempo em recuperação.

Foi durante este tempo que planejamos a vida a três, escolhemos o nome para a criança e as madrinhas. Agora havia chegado o momento de falar com o padre.

Decidimos que minha mãe Maria Francisca e a mãe da Claudete, Amazilda, ambas viúvas, seriam madrinhas do nosso primogênito, Sérgio Luís. Quando falei com o padre ele afastou toda a qualquer possibilidade em aceitar duas mulheres. “Tem que ser um casal!”, disse. Desconvidar minha mãe ou minha sogra para satisfazer a vontade do padre, nem de longe passou pela nossa cabeça.

Foi então que lembrei-me de um jovem padre vindo recentemente de Taió e que por vezes apresentava a Oração da Ave Maria às 18 horas na Rádio Difusora.

Das 17 horas até o início da retransmissão do noticiário “A Voz do Brasil”, eu fazia locução na Rádio Difusora. Cabia ao locutor anunciar a presença do padre a passar-lhe o microfone.

Quando a porta da cabine de locução foi aberta e surgiu o jovem padre, imediatamente, enquanto ainda se ouviam os acordes quase divinos da Ave Maria de Schubert, pedi permissão para falar-lhe. Ao termino do meu relato, o padre disse; “amanhã vou celebrar missa na capela da maternidade, pode levar a criança que eu batizo.”

O padre que aceitou as duas viúvas como madrinhas e celebrou o sacramento do batismo do nosso filho, foi o padre Bertino Weber, o monsenhor Bertino.

Além desse fato, outros acontecimentos ficaram para sempre em nossa memória. No dia 27 de fevereiro de 1998, padre Bertino celebrava o casamento do nosso filho Sérgio Luís, com Lucélia Destefani.

Em 2001, celebrou o batismo de nossa neta Victória Destefani Silveira de Souza e em 2005 de nosso neto Vitor Destefani Silveira de Souza, filhos de Sérgio Luís e Lucélia.


Ao Monsenhor Bertino Weber, nossa homenagem


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