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  • Sérgio Luís

Dengue: focos aumentam 300% em um ano

Em 2011, Joinville registrou o primeiro caso conhecido de dengue contraída dentro da cidade. De lá para cá, houve muitos debates e discussões na Câmara de Vereadores sobre a doença. Uma lei estabeleceu multa de quase R$ 3 mil para quem tiver foco do mosquito em casa. Mas, mesmo assim, o número de focos localizados do aedes aegipty cresceu mais de 300% entre 2018 e 2019, conforme dados da Secretaria de Saúde.

Só neste ano já foram localizados 253 focos do mosquito. Entraram no radar no começo deste ano os bairros Espinheiros, Comasa e Jardim Iririú, onde focos foram encontrados em casas, e não apenas nas armadilhas. Para os moradores desses bairros da zona leste o Serviço de Vigilância Ambiental (SVA) fará uma reunião de orientação no próxima quinta-feira, às 19h, na Escola Municipal Dom Jaime de Barros Câmara (rua João Ebert, 836, Comasa).

Agentes da Vigilância Ambiental inspecionam restos de construção em terreno junto a uma residência do bairro Comasa - Foto: Divulgação

Na primeira semana deste ano outro bairro em que a secretaria focou ações de prevenção foi o Jarivatuba, onde uma moradora contraiu a doença em dezembro e já estava bem após atendimento, conforme a assessoria da Prefeitura. O Jarivatuba estava com 190 focos.

No ano passado, o Serviço de Vigilância Ambiental (SVA) da Secretaria da Saúde encontrou a maioria dos focos nos bairros Boa Vista (441), Fátima (268), Itaum (286), Bucarein (215).


Vigilância Ambiental de Joinville usará drone na fiscalização em imóveis fechados

A utilização de drone em ação de fiscalização aos focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika vírus e febre chikungunya, será um recurso do Serviço de Vigilância Ambiental de Joinville, a partir de segunda-feira (3/2).

O equipamento é da Polícia Militar Ambiental, que cederá técnico para as agendas graças a uma parceria que foi estabelecida.

A coordenadora do Serviço de Vigilância Ambiental, Nicoli dos Anjos, explica que o drone será importante na verificação de locais e moradias com suspeita de focos do mosquito Aedes aegypti, que estão fechados há muito tempo, e, inclusive, são alvo de denúncia por meio da Ouvidoria da Prefeitura de Joinville. Também será utilizado para monitorar pontos em altura elevada, como calhas e caixas d´água.

A primeira visita será no bairro Glória, num imóvel abandonado, seguindo para outros pontos da cidade. As demais agendas serão definidas conforme a demanda da Vigilância Ambiental e disponibilidade da Polícia Militar Ambiental.

O mosquito Aedes aegypti se reproduz a partir da postura de ovos em água limpa e parada. Somente neste ano foram identificados 253 focos positivos do inseto. Em 2019 foram contabilizados 3.305 focos.

Fonte: Jornalismo CVJ

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